Em março, o resultado do Zarathustra foi de -3.34% – (versus 1.21% do CDI). O book de trend em commodities foi o principal promotor de performance, com destaques para as agrícolas. O principal detrator de performance foi o book local de Equities Long-Short Market Neutral, com destaques para os setores de Financials – de maior ganho, e de Consumer Discretionary – de maior perda. Em geral, as posições long foram prejudicadas e as posições short foram beneficiadas (com principal exceção o setor de Energy, onde essa lógica se inverteu). O book de trend em juros foi prejudicado pela alta volatilidade do mês, sendo o segundo maior detrator de performance do fundo. O book de estratégias de alta frequência também teve performance negativa.
Contexto
No globo, o mês de março foi marcado pela guerra entre EUA/Israel e Irã. Com o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde escoa cerca de 20% de todo o petróleo produzido no mundo, o preço do barril chegou a superar U$100. Esse choque inflacionário e o aumento de incertezas a respeito de quando ocorrerá o término da guerra e a reabertura do estreito geraram um ambiente global de aversão a risco.
No Brasil, o Copom iniciou o ciclo de corte da Selic, com redução da taxa de 15% para 14.75% – redução mais moderada do que a esperada até o final do mês passado, antes do início da guerra e da divulgação dos dados de inflação. Na bolsa, tivemos uma queda de 0.7% do índice IBOVESPA. O mês de março foi particularmente desafiador para os fundos multimercados brasileiros.
Posicionamento
O fundo começa abril zerado em juros, com posições não direcionais na bolsa local, comprado em commodities agrícolas e aumentando progressivamente o risco em modelos de alta frequência, como já vinha sendo feito.
Atribuição de performance
Por Igor Magalhães – Sócio e PM do Giant Zarathustra
Engenheiro eletrônico formado pelo ITA com láurea Magna Cum Laude. Carreira na Giant Steps. Portfolio Manager do flagship e especialista em Data Engineering & Data Science em todos os fundos
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